Uma das lendas do soul norte-americano, Billy Paul, 81, foi recebido com esposa Blanche e músicos de sua banda, na residência dos gestores do Tuti Resort, no qual esteve hospedado.

Caia e Iscilla Piton convidaram também algumas pessoas para conhecerem, de perto, esse mito que se apresentou, em São José do Rio Preto, no Buffett Manoel Carlos, para cantar os principais singles da carreira.

Billy fez questão de elogiar o Tuti Resort, afirmando para Caia e Iscilla que conhece as pessoas pelo olhar e que, vendo os olhos dos colaboradores do hotel, pode sentir-se em casa, porque através dos olhos se vê o coração, a alma, das pessoas.

Descontraído na residência dos Piton, Billy descansou, foi servido pelo Buffet Guapifestas, tirou fotos com os convidados e até foi embalado pela alegria e canções executadas pelo jornalista Nereu Nadruz, de Severínia.

Ao final, depois que ele foi descansar no Tuti, alguns  músicos ainda permaneceram na residência, inclusive com apresentação ao piano de Iscilla, tirando muitos aplausos pelo talento demonstrado por eles. Um deles, inclusive, responsável pela bateria de Billy, tamborilou em violões e nos estalos dos dedos.

“Billy Paul é um clássico da soul music, um artista que embalou a juventude nas décadas de 1970 e 1980. Tenho certeza que será uma noite de nostalgia e diversão”, afirmou Marcos Zanovelo.

No repertório, clássicos de álbuns como Ebony Woman e 360 Degrees of Billy Paul. Durante o show em Rio Preto, o público curtiu momentos de interação com o norte-americano, uma vez que ele costuma cantar junto com a plateia.

A carreira de Billy Paul teve início ainda na infância, quando ele começou a cantar em rádios locais. O primeiro álbum, Feelin’ Good at the Cadillac Club, foi lançado em 1968. O hit Me and Mrs Jones marcou a década de 1970.

Presença indispensável em seus shows, “Me and Mrs. Jones” só estourou quando Billy Paul já tinha 38 anos. A faixa foi composta quando ele tinha 32. “Fiquei vários anos tocando a música em qualquer lugar até as pessoas finalmente perceberem que ela existia”, disse. “Sem dúvida ela é um marco em minha vida. Virou um clássico”.

Fotos Nereu Nadruz e Leonardo Concon